Corpos Outros

Porque somos todos pedaços alheios.

Arquivos Mensais: janeiro 2010

Platonismo

Gostar é provavelmente a melhor maneira de ter, ter deve ser a pior maneira de gostar”

 

José Saramago

 

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Nunca foi, nem será meu. É dele mesmo.

 

Está na minha urina, na minha boca, no meu coração, na minha loucura, no meu sono, nas paisagens, na comida, no metal, na doença, na imaginação. Ele leva uma vida plena, sem o vazio da minha. Não tenho nada porque não o tenho. Por que o chamo de meu? Nunca foi, nem será meu. É dele mesmo.”

 

Frida Kahlo em referência a seu marido Diego

 

Não me ouça, capta-me

Ouve-me, ouve o meu silêncio.

O que falo nunca é o que falo e sim outra coisa.

Capta essa outra coisa de que na verdade falo porque eu mesma não posso.”

 

Clarice Lispector

 

Não importa se vai durar e sim se vai acontecer

 

Vamos ter bons e maus momentos e uma hora ou outra, um dos dois ou quem sabe os dois, vão querer pular fora, mas se eu não pedir que fique comigo, tenho certeza de que vou me arrepender pelo resto da vida.”

 

Arnaldo Jabor

Não é para chegar, é uma carta de ficar

 Para mim e para você, escrevo que, daqui onde me encontro,

você está longe e perto, e eu estou sozinho e não.

 Do que sinto, aviso que é forte mas não perigoso,

é como um grande lago sereno,

eu sou o píer, quase me precipito,

você é todo o resto, toda a água, tudo que há.

Mas somos dois e em vez de par, somos ímpares.

 Estou possuído por você e ao mesmo tempo permaneço impermeável,

amo a seco, e rendido.”

Martha Medeiros em Cartas Estraviadas e outros poemas 

 

Não ando perdida, mas desencontrada

Viajo sozinha com o meu coração
Não ando perdida, mas desencontrada
Levo o meu rumo na minha mão

Cecília Meireles

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