Corpos Outros

Porque somos todos pedaços alheios.

Tanta cor, tanto sabor.

 

Sei que nada está tão fácil e fica cada dia mais complicado acreditar. Por isso mesmo sinto que existe uma obrigação de gratidão, de viver bem. Não pense ser um romantismo tão tolo assim, é somente o que escolho ressaltar. É mais escolha que estado. Há sempre coisas ruins e coisas bonitas. Prefiro me prender ao que é belo e tão raro e tão simples. Aos que destilam amargura, nada a dizer. Esperança me atrai mais. Se piegas, peço licença, sempre fui. Conjugo o verbo sempreamar e tenho provas literalmente vivas de que gentileza existe e até doçura, por mais incrível que pareça. Tenho um pouco de dó dos que se julgam sábios por serem frios e espertos por serem falsos. Tenho preguiça de gente assim. E a vida é tão frágil… Não há tempo a perder com quem não sabe brincar de verdade. Toda a melancolia sempre presente acerta o passo na cadência da esperança. E se nada adiantar, eu procuro um espelho e abro um sorriso, assim ele volta para mim. O coração aberto e em paz continua repetindo o mantra:

que seja doce, que seja doce, que seja doce

 

E agora Maria?

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