Corpos Outros

Porque somos todos pedaços alheios.

A falta que não fazia parte

Estou no presídio – repetia-me a cada momento. Esta vai ser a minha vida durante muitos anos; o lugar em que  hei de sentir tão inverossímeis, tão mórbidas impressões! E quem sabe? Talvez… quando, passados uns anos, possa finalmente deixá-lo… chegue a sentir saudades disto! Acrescentava, não sem uma mescla dessa maliciosa impressão que às vezes degenera na necessidade de remexermos propositadamente na ferida, pelo desejo de nos distrairmos com o nosso próprio sofrimento, reconhecendo precisamente que no exagero de toda infelicidade há também um prazer.

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