Corpos Outros

Porque somos todos pedaços alheios.

Espiral

take this waltz

Continuar sem ele era começar de novo, de outro chão, como se acabasse de descer do carrinho depois de uma volta assustadora na montanha-russa. De repente, o que era rápido e intenso parou num segundo. Na minha cabeça, tudo continuou rodando. O perigo maior não estava no movimento do brinquedo. O perigo maior era seguir tonta, no silêncio, com o mundo balançando em volta.

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