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Porque somos todos pedaços alheios.

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Pão com manteiga

 

Tommy pagou uma rodada e deu para todo mundo um sanduíche de peru. Perguntou se eu não adorava o ano novo, disse que eu podia recomeçar e que todo mundo tem uma nova chance. É engraçado… mas no meio de toda essa diversão eu comecei a pensar na Jenny, como ela estaria passando essa noite de ano novo lá na Califórnia. Eu não tinha notícias da Jenny há muito tempo, mas eu pensava nela muitas vezes. Eu pensava na Jenny todo o tempo. E como eu tinha muito dinheiro e gostava de trabalho, eu cortava a grama de graça, mas de noite, quando não tinha nada pra fazer e a casa estava vazia eu sempre pensava na Jenny. E então ela chegou. A Jenny voltou e ficou comigo, talvez porque não tinha pra onde ir, ou talvez porque estava tão cansada que ela foi pra cama e dormiu e dormiu, como se não dormisse a anos, era maravilhoso ter ela em casa. Eu nunca soube porque ela voltou, mas eu não me importava. Era como nos velhos tempos. Nós éramos, novamente, como pão com manteiga.”

 

Forrest Gump – O contador de histórias

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